Publicação: 08/08/2025 03:00
O governo do Líbano acatou um pedido dos Estados Unidos, e anunciou que vai iniciar o processo de desarmamento do Hezbollah e outros grupos armados no território libanês. A medida foi divulgada pelo primeiro-ministro do país, Nawaf Salam, ontem.
A ação faz parte de um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, anunciado pela administração norte-americana em novembro de 2024. A expectativa é de que o possível desarmamento de grupos paramilitares no Líbano aconteça até o fim deste ano.
Além disso, o governo de Salam aprovou outras medidas relacionadas ao recente conflito no Líbano. Entre elas, o deslocamento do Exército do país para áreas de fronteira, negociações com Israel sobre prisioneiros, o fim das operações israelenses no território libanês e o apoio internacional militar para garantir o cessar-fogo.
Mesmo com a aprovação das medidas, e do aceno positivo para o governo de Donald Trump, ainda não está claro como o Líbano pretende desarmar o Hezbollah e outros grupos no país. A decisão do governo libanês tem sido criticada pelo Hezbollah, que ocupa posições no governo do Líbano e possuí o apoio de parte da população xiita do país. Para o grupo, o anúncio do governo libanês é uma “marcha de humilhação”, por entender que a decisão significaria uma rendição do país a Israel e aos EUA. (Metrópoles)
A ação faz parte de um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, anunciado pela administração norte-americana em novembro de 2024. A expectativa é de que o possível desarmamento de grupos paramilitares no Líbano aconteça até o fim deste ano.
Além disso, o governo de Salam aprovou outras medidas relacionadas ao recente conflito no Líbano. Entre elas, o deslocamento do Exército do país para áreas de fronteira, negociações com Israel sobre prisioneiros, o fim das operações israelenses no território libanês e o apoio internacional militar para garantir o cessar-fogo.
Mesmo com a aprovação das medidas, e do aceno positivo para o governo de Donald Trump, ainda não está claro como o Líbano pretende desarmar o Hezbollah e outros grupos no país. A decisão do governo libanês tem sido criticada pelo Hezbollah, que ocupa posições no governo do Líbano e possuí o apoio de parte da população xiita do país. Para o grupo, o anúncio do governo libanês é uma “marcha de humilhação”, por entender que a decisão significaria uma rendição do país a Israel e aos EUA. (Metrópoles)