Cartas e emails

Publicação: 01/03/2015 03:00

Brasil, o país das distorções
O povo vive o drama da falta d’água, alta dos preços do combustível, dólar disparando, inflação em alta, mais de 700 demitidos no estaleiro de Suape. Temos grupos ainda sonhando com a época do impeachment de Collor, como se o povo fosse o verdadeiro responsável pelo seu impeachment? Todos já sabemos que os responsáveis pela queda de Collor foram os parlamentares junto com a classe empresarial. Se Dilma Rousseff realmente mandasse no governo, sem alianças supérfluas, quem sabe se ela poderia fazer um bom governo? Quem acabou com a Petrobras foram os “corruptos” desde a era Sarney. FHC só entendia, muito mal, de diplomacia.
Breno dos Santos - Gravatá

Alcoa
Não resta a menor dúvida, a deterioração da rodovia estadual que liga Igarassu a Itapissuma tem origem nas carretas pesadas que vão para Alcoa. Como a estrada não foi preparada para cargas pesadas, cabe as prefeituras ou estado exigir, se possível até na Justiça, que a referida multinacional recupere e mantenha sempre conservada a rodovia.
Raul de Araújo - Recife

A história da corrupção
Os custos de campanhas eleitorais no Brasil são crescentes e movimentam um gigantesco mercado de valor. É a maior fonte de corrupção política e atualmente é feito por financiamentos de recursos públicos do fundo partidário e de doações de pessoas físicas e pessoas jurídicas sem contar com o caixa dois. Os custos crescentes de campanhas eleitorais provocam ligações perigosas entre políticos, partidos e empresas. A maior vergonha foi que o Congresso Nacional que puniu Collor por usar dinheiro de empreiteiros, regulou na campanha de FHC que os partidos poderiam receber financiamento das empresas.
Edson Campos e Silva - Recife

Tudo igual
Mais um ano letivo começa e a expectativa de uma política voltada ao setor fica só no discurso. A crise econômica e principalmente a inoperância no trato com os recursos dirigidos ao setor nos últimos oito anos são agora as principais causas. Não é possível continuar batendo na “tecla errada”. Só construir escolas, distribuir tablets e deixar aluno “estudando” até tarde é fantasia. Hoje temos que valorizar o professor realizando a formação continuada de qualidade.
Cícero Souza - Recife