Publicação: 02/04/2025 03:00
Estudantes da rede estadual sofreram ameaças dos gestores de suas escolas ontem por terem participado da audiência pública para cobrar esclarecimentos do secretário de Educação, Gilson Monteiro Filho, no auditório da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A questão foi levada aos deputados, que repudiaram o comportamento dos diretores.
Os alunos encaminharam os áudios e mensagens de texto com evidências dos ataques para a deputada estadual Dani Portela (PSOL). “Ao meu ver, isso é coação e ameaça”, disparou a parlamentar.
As ameaças partiram do gestor da Escola Técnica Miguel Batista, do Recife, que ligou para os alunos mandando que retirassem o fardamento para não prejudicar a imagem da escola e do seu cargo; e da nutricionista da Escola Augusto Severo, de Jaboatão dos Guararapes, que mandou áudios “aos gritos” para os estudantes por terem denunciado a qualidade da merenda servida.
O deputado estadual Waldemar Borges (PSB), que presidia a audiência, afirmou que a atitude é “fascista” e uma “afronta à democracia”, e garantiu que o Legislativo vai “travar qualquer questão da Secretaria de Educação enquanto isso não for apurado”.
O secretário Gilson Monteiro repudiou o ocorrido e disse que o caso será investigado para que as medidas administrativas e disciplinares sejam aplicadas. “Na minha condição de secretário, não admito, não concordo, não convalido nenhum tipo de prática como essa. Vamos apurar para abrir os processos administrativos e disciplinares, escutar o gestor e os estudantes que tiveram esse cerceamento”, afirmou.
Os alunos encaminharam os áudios e mensagens de texto com evidências dos ataques para a deputada estadual Dani Portela (PSOL). “Ao meu ver, isso é coação e ameaça”, disparou a parlamentar.
As ameaças partiram do gestor da Escola Técnica Miguel Batista, do Recife, que ligou para os alunos mandando que retirassem o fardamento para não prejudicar a imagem da escola e do seu cargo; e da nutricionista da Escola Augusto Severo, de Jaboatão dos Guararapes, que mandou áudios “aos gritos” para os estudantes por terem denunciado a qualidade da merenda servida.
O deputado estadual Waldemar Borges (PSB), que presidia a audiência, afirmou que a atitude é “fascista” e uma “afronta à democracia”, e garantiu que o Legislativo vai “travar qualquer questão da Secretaria de Educação enquanto isso não for apurado”.
O secretário Gilson Monteiro repudiou o ocorrido e disse que o caso será investigado para que as medidas administrativas e disciplinares sejam aplicadas. “Na minha condição de secretário, não admito, não concordo, não convalido nenhum tipo de prática como essa. Vamos apurar para abrir os processos administrativos e disciplinares, escutar o gestor e os estudantes que tiveram esse cerceamento”, afirmou.
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