Publicação: 20/03/2015 03:00
Um dia após derrubar o ministro da Educação, peemedebistas dão sinais de que ditarão o ritmo do governo nas votações mais importantes e ainda decidirão quais cargos o PMDB terá no primeiro escalão federal. Simultaneamente à instalação das comissões especiais para analisar as duas primeiras medidas provisórias do ajuste fiscal, lideranças peemedebistas defenderam mudanças no texto original. Também desdenharam das especulações sobre uma possível nomeação para o Ministério da Educação. “Já estamos demitindo ministros. O próximo passo é nomeá-los”, provocou um parlamentar.
Na prática, o PMDB, que comanda as duas Casas do Congresso, com Renan Calheiros (AL) no Senado e Eduardo Cunha (RJ) na Câmara, instaurou o que a própria legenda classifica de “parlamentarismo branco”. Diante de um governo fragilizado politicamente e de uma presidente perdida em meio à pressão dos demais aliados, o PMDB se coloca na posição de fiador do sucesso ou fracasso do Executivo.
“Alguém duvida que, se não quisermos, passa alguma coisa neste Congresso? O governo depende de nós para aprovar tudo, especialmente o ajuste fiscal”, confirmou outra liderança partidária.
Para demonstrar que o Congresso está comprometido com o corte de gastos - e aumentar a pressão sobre o Planalto -, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), anunciou em plenário ontem que o partido quer votar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 39 para 20 ministérios, de autoria de Cunha.
Na prática, o PMDB, que comanda as duas Casas do Congresso, com Renan Calheiros (AL) no Senado e Eduardo Cunha (RJ) na Câmara, instaurou o que a própria legenda classifica de “parlamentarismo branco”. Diante de um governo fragilizado politicamente e de uma presidente perdida em meio à pressão dos demais aliados, o PMDB se coloca na posição de fiador do sucesso ou fracasso do Executivo.
“Alguém duvida que, se não quisermos, passa alguma coisa neste Congresso? O governo depende de nós para aprovar tudo, especialmente o ajuste fiscal”, confirmou outra liderança partidária.
Para demonstrar que o Congresso está comprometido com o corte de gastos - e aumentar a pressão sobre o Planalto -, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), anunciou em plenário ontem que o partido quer votar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 39 para 20 ministérios, de autoria de Cunha.
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