Publicação: 19/06/2018 03:00
O Cine Teatro Apolo foi o primeiro cinema do interior do estado. Inaugurado em dezembro de 1914, funcionou durante 70 anos. Com o fim das atividades, o espaço chegou a ser uma loja de móveis (Norma Rocha Magazine) até que em 1983, o então prefeito Luiz Portela desapropriou o imóvel, que foi adquirido para o município e passou a abrigar a Fundação de Cultura Hermilo Borba Filho. Mas o local depois ficou pequeno e a fundação foi transferida para o prédio da estação ferroviária. Graças a essa transferência o acervo de Hermilo não se perdeu na enchente de 2010.
O cine havia passado por uma restauração que custou cerca de R$ 2 milhões com recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata (Promata) e na semana de ser inaugurado foi atingido pela enchente. “Não sobrou nada com a enchente. Depois o cine foi reaberto e funcionou de forma muito precária. Nós retomamos a reforma do prédio no ano passado e ele foi finalmente reinaugurado no dia 9 de junho deste ano, com todas as suas atividades de cinema, teatro, música e dança”, afirmou Edson Silva, presidente da Fundação de Cultura da cidade.
Além de recitais teve início a exibição do Festival Varilux de cinema francês. O festival trouxe quatro filmes para o período de 7 a 20 de junho: Promessa ao amanhecer, O poder de Diana, Custódia e O amante duplo. “A exibição dos filmes ocorre sempre aos finais de semana. No Festival Varilux são duas sessões: às 17h e 19h30”, explicou Edson Silva.
A história do Cine Teatro Apolo se confunde com o protagonismo da própria cidade. Por ter sido o primeiro cinema no interior, tornou-se também o mais famoso e em seu palco aconteceram muitos espetáculos, como peças teatrais, recitais e filmes, sempre com casa cheia. Pela fama do Cine Teatro Apolo, muitos vinham de grande parte do país para conhecer seu interior, e por ele passaram grandes nomes passaram. (Valdemar de Oliveira, Vinícius de Morais, Lelé Corrêa, Hermilo Borba Filho, Aluísio Freitas, Fenelon Barreto, Ascenso Ferreira, Celecina Vasconcelos, Procópio e Bibi Ferreira).
E pensar que tudo começou com a ideia de um comerciante local. Fausto Figueiredo, que depois viria a ser prefeito da cidade, comprou um casarão na Rua da Matriz, mandou reformar e inaugurou o Cine Teatro Apolo. O nome foi homenagem a um ator cujo personagem chamava-se Apolo em um filme de faroeste. Na mitologia grega, Apolo é o deus do Sol, da beleza, das artes, da poesia, da música. Sem querer, Fausto ajudou a criar em Palmares a Atenas pernambucana.
O cine havia passado por uma restauração que custou cerca de R$ 2 milhões com recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata (Promata) e na semana de ser inaugurado foi atingido pela enchente. “Não sobrou nada com a enchente. Depois o cine foi reaberto e funcionou de forma muito precária. Nós retomamos a reforma do prédio no ano passado e ele foi finalmente reinaugurado no dia 9 de junho deste ano, com todas as suas atividades de cinema, teatro, música e dança”, afirmou Edson Silva, presidente da Fundação de Cultura da cidade.
Além de recitais teve início a exibição do Festival Varilux de cinema francês. O festival trouxe quatro filmes para o período de 7 a 20 de junho: Promessa ao amanhecer, O poder de Diana, Custódia e O amante duplo. “A exibição dos filmes ocorre sempre aos finais de semana. No Festival Varilux são duas sessões: às 17h e 19h30”, explicou Edson Silva.
A história do Cine Teatro Apolo se confunde com o protagonismo da própria cidade. Por ter sido o primeiro cinema no interior, tornou-se também o mais famoso e em seu palco aconteceram muitos espetáculos, como peças teatrais, recitais e filmes, sempre com casa cheia. Pela fama do Cine Teatro Apolo, muitos vinham de grande parte do país para conhecer seu interior, e por ele passaram grandes nomes passaram. (Valdemar de Oliveira, Vinícius de Morais, Lelé Corrêa, Hermilo Borba Filho, Aluísio Freitas, Fenelon Barreto, Ascenso Ferreira, Celecina Vasconcelos, Procópio e Bibi Ferreira).
E pensar que tudo começou com a ideia de um comerciante local. Fausto Figueiredo, que depois viria a ser prefeito da cidade, comprou um casarão na Rua da Matriz, mandou reformar e inaugurou o Cine Teatro Apolo. O nome foi homenagem a um ator cujo personagem chamava-se Apolo em um filme de faroeste. Na mitologia grega, Apolo é o deus do Sol, da beleza, das artes, da poesia, da música. Sem querer, Fausto ajudou a criar em Palmares a Atenas pernambucana.