Publicação: 05/04/2025 03:00
Em sua defesa feita ao longo do processo, em conjunto com o ex-secretário Carlos Eduardo, Sérgio Hacker alegou que a denúncia havia sido realizada por opositor político que buscava angariar vantagem nas eleições, que houve o ressarcimento e que “gestores públicos no Brasil possuem muitas vezes prerrogativas como moradia que inclui empregados domésticos pagos pelo erário, o que afasta a gravidade da conduta”. Ele acrescentou que a nomeação das servidoras foi inspirada em outros municípios que destinam imóvel para residência oficial do prefeito, arcando com os custos de manutenção.
Ainda em 2020, Sérgio Hacker devolveu R$ 196.403,44 por remuneração indevida a Mirtes, Marta e Luciene. Segundo o MPCO, a devolução voluntária dos recursos significa reconhecimento da irregularidade cometida. “A defesa prévia não apresentou elementos para afastar sua responsabilização”, escreveu o procurador do MPCO, Cristiano Pimentel.
Ainda em 2020, Sérgio Hacker devolveu R$ 196.403,44 por remuneração indevida a Mirtes, Marta e Luciene. Segundo o MPCO, a devolução voluntária dos recursos significa reconhecimento da irregularidade cometida. “A defesa prévia não apresentou elementos para afastar sua responsabilização”, escreveu o procurador do MPCO, Cristiano Pimentel.