por Ricardo Dantas Barreto
diariopolitico@diariodepernambuco.com.br
Publicação: 05/04/2025 03:00
O atual momento da política pernambucana poderia ter como música-tema a canção de Antônio Carlos & Jocafi: “Você abusou, tirou partido de mim, abusou”. E assim, cada vez mais se amplia o número de protagonistas e figurantes nas rinhas partidárias. Já teve Miguel Coelho tomando o União Brasil do grupo liderado pelo deputado Luciano Bivar. O deputado Álvaro Porto derrubou Fred Loyo do comando do PSDB. Nos dois casos, houve intervenções das executivas nacionais de ambos os partidos. A decisão tucana tirou o PSDB da base de Raquel Lyra (PSD). A governadora, por sua vez, tirou o Avante da aliança com o PSB, do prefeito João Campos. Nessa sexta-feira, teve início, de forma mais incisiva, a tentativa do senador Fernando Dueire e do deputado Jarbas Filho de tirarem Raul Henry da presidência do MDB. A consequência foi uma verdadeira troca de acusações pessoais. O estopim foi a informação de que o ex-senador Jarbas Vasconcelos defende que o filho e Dueire assumam o partido em Pernambuco. A eleição para o novo Diretório será em agosto e, pelo que se viu no ataque e contra-ataque, o clima vai piorar até lá. Quem vencer poderá ditar os rumos do MDB, nas eleições de 2026. Enquanto Raul Henry e o grupo liderado pelo prefeito de Vitória de Santo Antão, Paulo Roberto, defendem a candidatura de João Campos ao Governo, o senador Dueire e Jarbas Filho são mais próximos de Raquel Lyra. O mais lamentável de tudo isso é Jarbas Vasconcelos estar no centro desse furacão. A situação do ex-senador é bem conhecida no meio político.
De olho na classe média
Com a reprovação em alta, o presidente Lula (PT) tenta conquistar a classe média, criando a faixa 4 no Minha Casa, Minha Vida para atender a quem ganha até R$ 12 mil. O atrativo são os juros mais baixos. Essa solução se deu porque a poupança já não financia a construção civil. A meta do Governo é garantir três milhões de unidades habitacionais até o final de 2026.
Programa em baixa
A pesquisa Genial/Quaest desta semana apresentou duas questões preocupantes para o presidente Lula (PT). Dos entrevistados, 20% citaram que o Bolsa Família é o único programa do Governo que beneficia suas vidas. Outros 33% disseram que não há nenhum que melhore a vida.
Caiado sem garantia
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lançou a pré-candidatura à Presidência, como opção da direita. Mas não tem a garantia do União Brasil. O partido integra o Governo Lula e articula a formação de federação com outras siglas. Caiado terá que aparecer bem nas pesquisas.
É com os deputados
O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), disse que iria judicializar o caso das emendas de 2024 que ainda não foram pagas. Mas a ação não será do Poder Legislativo contra o Governo. Tem que partir de cada deputado que se sente prejudicado por não ter os recursos liberados. Vai ter governista com essa disposição?
De olho na classe média
Com a reprovação em alta, o presidente Lula (PT) tenta conquistar a classe média, criando a faixa 4 no Minha Casa, Minha Vida para atender a quem ganha até R$ 12 mil. O atrativo são os juros mais baixos. Essa solução se deu porque a poupança já não financia a construção civil. A meta do Governo é garantir três milhões de unidades habitacionais até o final de 2026.
Programa em baixa
A pesquisa Genial/Quaest desta semana apresentou duas questões preocupantes para o presidente Lula (PT). Dos entrevistados, 20% citaram que o Bolsa Família é o único programa do Governo que beneficia suas vidas. Outros 33% disseram que não há nenhum que melhore a vida.
Caiado sem garantia
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lançou a pré-candidatura à Presidência, como opção da direita. Mas não tem a garantia do União Brasil. O partido integra o Governo Lula e articula a formação de federação com outras siglas. Caiado terá que aparecer bem nas pesquisas.
É com os deputados
O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), disse que iria judicializar o caso das emendas de 2024 que ainda não foram pagas. Mas a ação não será do Poder Legislativo contra o Governo. Tem que partir de cada deputado que se sente prejudicado por não ter os recursos liberados. Vai ter governista com essa disposição?